Texto nacional reúne elenco de comediantes.
O que pode acontecer quando um respeitável pai de família, por puro fetiche, leva para casa uma amante absolutamente inusitada?
Ou quando, pior ainda, um ladrão aparece na hora errada e a ambos prende no banheiro da residência?
E se, para completar a confusão, no desenrolar da história descobre-se que a amante é nada menos do que uma parente bastante próxima da mulher traída, um parente a quem ela sempre escondeu do marido justamente pelo seu inusitado jeito de ser?
Hilariante e cheia de suspense, a surpreendente e movimentada comédia apresenta uma sequência de cenas onde, quanto mais parece que tudo vai se resolver, mais tudo se complica.
Essa montagem agrega movimento e qualidade ao campo da comédia dramatúrgica nacional. A Banheira é uma comédia de autor nacional, na linha de Marcos Caruso, Jandira Martini e Juca de Oliveira, que vem se perdendo num momento em que os comediantes andam escrevendo seus próprios textos. Trata-se de um espetáculo ágil, dinâmico e surpreendente, que se propõe àquilo que sempre deve nortear a verdadeira comédia: incentivar a reflexão através do riso.
Com dinâmica ágil e surpreendente a cada cena, a peça é uma autêntica ode ao humor que ao mesmo tempo em que leva o expectador a desmanchar-se em gargalhadas, certamente o faz também refletir sobre muitos valores sociais e morais questão presentes na arte diária de convivência humana.
Por ser uma comédia de grande apelo popular, A Banheira apresenta imediata sintonia do público com a sua trama. A sua linguagem coloquial não apenas favorece o ingresso da magia do teatro em todas as classes sociais, mas também derruba qualquer preconceito de que a simplicidade não pode conviver com a qualidade. Com dinamismo e humor situacional, o texto é capaz de cativar todos os gostos e de colaborar de modo significativo para a inserção do universo teatral em nossa sociedade como um todo.
O texto tem uma construção dramatúrgica dos grandes clássicos do Vaudeville e a encenação destaca esse gênero com uma marcação farsesca, muitas vezes coreografada e melodramática, dando brilho e extrema teatralidade ao espetáculo, fugindo do realismo e reforçando o trabalho dos atores.
Como bem disse o grande ator e diretor Elias Andreato: “a comédia é um jeito inteligente de ver o mundo”. Mais do que isso, satirizar a nossa própria história é, sem dúvida, o modo mais sadio e reconfortante de lidarmos com a complexidade de nossas contradições e com o desgaste de um cotidiano tantas vezes absurdo e desprovido de qualquer sentido.
Mais informações
Teatro Eva Wilma
Rua Antonio de Lucena, 146
Informações: (11) 2090-1650 / 2293-8766
Vendas: Na bilheteria do Teatro Eva Wilma ou pelo site www.ingressorapido.com.br
Venda de espetáculos para grupos e escolas: (11) 2090-1650 / 2293-8766
Bilheteria: de quarta e quinta, das 14:30h às 19:30h; sexta, sábados e domingos das 14:30h até o início dos espetáculos.
Pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex. Não aceita cheques.
Sexta às 21h30
Ingressos: sexta R$ 60,00 Inteira e R$ 30,00 Meia Entrada
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Estreia dia 29 de junho
Temporada até 26 de agosto
Reportagem: Assessoria. Foto: Divulgação.






